sábado, 26 de outubro de 2013

Ola pessoal!

35 comentários:

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  2. Desde os tempos mais remotos, os sistemas educativos têm assumido um papel preponderante no desenvolvimento humano.
    Ramos(2007), nenhuma economia mundial em rápida transformação, a partilha desigual de conhecimentos e compentências, entre os países desenvolvidos e países em desenvolvimento, reforça a impotância no investimento em educação por parte destes últimos.

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  3. Conceito de Sistema.
    O conceito de Sistma é uma das palavra mais fácil de se escrever, um dos mais abrangentes de se aplicar, bem como um dos msis díficies de se compreender plenamente.
    Segundo Jorge H, C Fernandes (2003), um sistema pode ser definido como um conjunto de elementos interrelacionados que interagem no desempenho de uma funçãoé uma definição tão abrangente que pode ser usada em uma grande variedade de contextos, como por exemplo:
    - Sistema económico.
    -Sistema computacional,
    - Sistema solar.
    - Sistema político.
    - Sistema de injeção electricaç
    - Sistema de pagamento.
    - Sistema digestivo.
    - Sistema nervoso.
    - Sistema educativo..gente de sistema é preciso adotar categorias de sistema mais específicas, para que os sistemas sejam passíveis de análise e síntese adequada.

    Classificação geral dos sistemas:

    Os podem ser abertos e fechados, naturais e artificiais, orgànicos e inorgánicos Jorge H.C. Fernades (2003)
    Mas falaremos nas paginas seguintes do Sistema Educativo, formas de organização e avaliação.

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  4. Aspectos contextuais do sistema educativo:
    Entre os vários aspectos contextuais da educação menciono:

    1 - A educação básica será a educação fundamental, incluindo conhecimentos e dotando as pessoas com as competências essenciais, na perspectiva do desnvolviment humano.
    2 - O grande desafio da educação é o de tornar a diversidade num factor positivo de coesão e compreensão.
    3 - A Educação tem o maior desafio no futro de evoluir no sentido de privilegiar mais a imaginação, criatividade, a comunicação, o trabalho em equipa de forma a dar prioridade ao conhecimentos abstratos..
    4 - Os sistemas educativos devem tornar-se flexíveis, coerentes de forma a adaptarem-se ás mudanças.
    Neste contexto, uma das prioridades é o desenvolvimento da autonómia das escolas. enquantos espaços concretos de aprendizagem indivíduais. Na escola deve intervir todas as estruturas que integram o sistema educativo. Ramos (2007).

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  5. Organização do Sistema Educativo.
    Portugal posssui leis de base que possibilitam -lhes a igualdade de direitos e oportunidades iguais em relação ao genero.Vejamos os extratos abaixo transcritos.
    Leis de base número 115/97, de 19 de Setembro e 49/2005, de 30 de Agosto.

    - A defesa de identidade Nacional e respeito pela cultura Portuguesa, bem como para a realização do educando.
    - Asseguraro direito a difeênça.
    - Descentralizar e diversificar.
    - Contribuir para a correção das assimtrias de desenvolvimento regional e local.
    - Assegurar a escolaridade e de seguida as oprtunidades.
    - Desenvolver as oportunidades para âmbos os sexos.
    - Desenvolver o espíritto e a prática democrática, com a adoção de estruturas e processos participativos.
    A educação pré-escolar com a publicação da lei de base do sistema escolar, passa a ser integrada no quadro geral do sistema educativo.

    A escolaridade é obrigatória:
    A lei de base alarga a escolaridade obrigatória para 9 anos, o ensino basico constituído por 3 anos.
    A escolaridade pós obrigatória:
    - O ensino secundário, corresponde à 3 anos.
    - Os cursos diferenciados orientados para o prosseguimento de estudo e insersação no mercado de rabalho.

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  6. Fazendo mais uma abordagem sobre o conceito de Sistema, aponto os paragráfos abaixo:

    - Os conceitos de uma teoria organiam e estruturam a fossa forma de ver a realidade (Silva, 2005,p.17. Aina o mesmo acrestenta que o curriculo se caracteriza pelos conceitos que enfatizam:
    1º - Teorias tradicionais - enfatizam o ensino, a aprendizagem-avaliação, metodologia-didáctica, organização- planeamento, eficiência e objectivo.
    2º- Teorias críticas - enfatizam a ideologia-reprodução cultural e sócial, poder classe sócial- capitalismo, relações sóciais de produção, consciencialização, emacipação, curriculo oculto e resistência.
    3º- As teorias pós-críticas, enfatizam a ideologia, alteridade, a diferênça, a subjectividade, a significação e discurso, o saber e o poder, representação cultural, género, raça, etnia, sexualidade e multicultralismo.

    ResumindoÇ
    O conhecimento científico e as teorias pedagógicas são importantes
    para conhecer melhor, ser conscientes das conseqüências e ante-ver com
    mais clareza caminhos alternativos, mas por si só não orientam diretamente
    a prática docente. O profissional da educação responde pessoalmente na
    medida de suas possibilidades e de acordo com seu compromisso ético
    profissional, Sacristám, (2000).

    Referências bibliográfica:
    LOPES, Alice C. Pensamento e política curricular – entrevista com William
    Pinar. In: Políticas de currículo em múltiplos contextos. São Paulo:
    Cortez, 2006.
    SACRISTÁN J. G.; PÉREZ GÓMEZ A. I. Compreender e transformar o
    ensino. Porto Alegre: ArtMed, 2000.

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  7. Para além de ter me referido a vários típos de conceito de sistema, este também tem grande aplicação no direito:
    Aprender o conceito de sistema não significa ter uma visão positivista do direito, muito pelo contrário. O que se pretende mostrar é como a noção de sistema pode ser pode ser útil como instrumento de análise, a noção de sistema ajuda a compreensão de determinados conceitos importantes ao direito, tais como:
    1º - As relações e tensões dentro e fora do ordenament jurídico.
    2º O médodo de nterpretação sistemática e da analogia.
    3ç- O conceito de antinomia das normas e de lacuna.
    E os conceitos envolvidos na noção de sistema são: o iput, o output, os elementos ou subsistemasinternos, o processamento ( conversão ou estruturas de tomada de decisão e o feed back. FERRAZ, Tercio Sampaio. Introdução ao estudo do direito. pg.172, 174'

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  8. Na actualidade a Educação comparada debate-se com 4 tópicos fundamentais:
    1. As transformações decrrentes no campo educacional, devido ao processo acelerado de integração económica supranacional. Verificando-se mudanças nos processos de regulação dso sistemas educativos, como resultado de um processo mais largo de regulação transnacional.

    2. Um crescente esbatimento de fronteiras (instituicionais, temporais, etárias) entre a educação escolar e não escolar, entre a educação e o trabalho, entre a educação e o lazer.

    3. As repercussões das mudanças em recomposição das famílias "profissionais) que operam no campo educativo, com particular incidência na profissão docente,

    4. As conclusões sobre a pertinência e eventuais caminhos de uma necessária renovação metodológica do campo de educação comparada que tem parmanecido refém da materialidade do Estado- Nação, como unidade de análise.

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  9. Vigilância crítica:
    Karl Popper., refere o facto de que as teorias como utensílios científicos podem funcionar como prisões mentais:
    1ª Prisão, diz respeito a sobreposição a educação em termos gerais à educação.
    2ª Prisão, refere-se ao faco de uma pessoa ser considerada refém ou prisioneiro de uma teoria. O que tem contribuido para a imutalidade do pensamento de certas pessoas e serem consideradas como refém de uma determinada teória,

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  10. Desculpa por um engano, apareceu Csorte Sorte, falta de per´cia em informática, mas sou o mesmo estudante: Celestino Feliciano, prometo usar a fotografia anterior e o nome original, evitando a dualidade nominal.
    Grato pela compreensão.

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  11. A educação numa sociedade do Mundo:
    - Das várias leituras concluiu-se, A racionalidade económica supra-Nacional sobre põe-se a racionalidade política Nacional.
    - A regulação transacional das políticas educativas opera-se, qyer por um efeito de " contaminação" entre países, de conceitos políticos e medidas, quer por um efeito de "externalização" em que as medidas tomadas ao nível Nacional são legítmas pelos exemplos exteriores (Baroso, 2005 p135/155),
    . Ronald Sultana (2005), sublinha de forma convicente, a influência de grupos de pressão económica em iniciativas e decisões de de política educativa, tomada pela União Europeia. Ainda para mesmo autor, e similitude e coicidência temporalmads agendas educativas destas instâncias económicas e políticas não é obra de acaso e está longe de de ser algo de superficial, antes correspondendo a uma "rede estreita que abrange todos os níveis da educação, mesmo os mais elevados".
    A criação do espaço educativo Europeu (...) transformou-se numa expressão simbólica de legitimação do poder do capital, libertado dos limites do Estado-Nação.

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  12. A educação/formação - Fronteiras que se esbatem:
    Hoje considera-se que os séculosXIX e XX, corresponde a períodos de intensa exploração e conhecimento do planeta:
    - A Terra foi percorrida em todas as direcções, exploraram-se continentes e regiões insóspitas, realizaram-se expedições às regiões árticas, atingiram-se profundidadesdos oceanos e mares e escalaram-se as montanhas mais altas.
    -Nós anos 60, com os programas espaciais, foi possível atingir à Lua e obter uma visão radicalmente diversa do planeta em que vivemos, a partir de um ponto que lhe é exterior. Por isso, em relação ao Mundo escolar, precisamos de o observar "a partir da Lua" ou seja de um ponto de observação susceptível de nos desenvolver uma visão mais global e mais complexa.
    - O facto de frequentemente se uylizar a expressão "educação/formação" na literatura técnica, política e científica representa de forma sintomática, um esbatimento e fluidez dos diversos típos de fronteiras (instituicionas, temporais, et+arias etc) que tem separado a educação escolar e pós escolar, a educação e trabalho, a educação e o emprego, da educação ao lazer).
    Um dos objectivos da educação permanente foi atingido, ao facto de hoje estarmos a viver no período da aprendizagem ao longo da vida, sem a preocupações da humanização do desenvolvimento que representam uma das políticas da UNESCO durante os anos 1970 (Finger § Asún, 2001)

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  13. Actualmente, as políticas e prátucas de educação escolar inscreve-se num conjunto mais vastos e coerente de políticas de educação/ formação, funcionalmente subordinadas aos imperativos da racionalidade económica dominante, e portando as exigéncias de " produtividade" "competitividade" e " Empregabilidade". A emergência desta realidade nova, decorrente do processo de globalização, conduz a encarrar a educação como uma mercadoria, concebendo-a como um processo de produção, paara o mercado de trabalho de indivíduos " empregáveis",
    E a individualização da educação tem como finalidade produzir " empresários de si" disciplinados, Law, 2005).

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  14. Concluindo, à imagem da história, a investigação comparada, não deve centrar-se sobre os facto ou as realidades, mais sobre os problemas. Os factos. os acontecimentos, países sistemas, etc, São por definição incomparáveis. É possível iluminar as especificidades e as semelhanças mas não se pode ir mais longe. Somente os problemas podem ser erigidos em matéria-prima, o que permitirá produzir novas zonas de lohar que se projectamnum espaço que não é delimitado por fronteiras físicas, mas sim por fronteiras de sentido.
    Esta reorientação metodológiva permitirá por um lado, evitar que os nossos trabalhs de investigação, procuram incidir sobre aquilo que Sachriewer, designou ironicamente por "actualidade quente", vejam a sua agenda fortecmente condicionada ao exterior. Permitirá, por outro lado e retomando a crítica de Popper (1999), evitar os efeitos perversos da especialização, otimização e fragmentação dos diferentes domínios de investigação que podem transformar as nossas reuniões cientificas numa realidade próxima de uma espécie de Torre de Babel.
    A tomada do trabalho como referência, nos permitirá a renovação metodológica e a superação da fragmentação sobre os grandes problemas para os quais buscamos a construção de respostas sempre provisórias, e que orientam a nossa actividade de investigação individual e colectiva.

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  15. - Quatros grandes problemas que emergem e aos quais não encontramos obviamente respostas e que permanecem em aberto:
    1. Diz respeito ao modo como equacionarmos as relações entre o nível global e o nívelnacional.

    2. Tem haver com a persistência de uma oposição dicotómica e redutora entre o estado e o mercado que revela a mesma dificuldadede romper com uma perspeciva centrada no estado Nacional bem como a dificuldade de elucidar e trabalhar adequadamente a uma realidade que é nova.
    3. O terceiro problema é o de saber quais as repercussões na esfera política dos modos de "gouvenance" que regulam de forma complexa diferentes lógicas de acção em diferentes níveis de intervensão, Barroso, (2005).
    4. O questionamento do sentido da educação e portanto da reintrodução de uma forte dimensão filosófica e políticaeducativa. É o mais pertinente, quanto vivemos numa época em que, como escreveu Martin Law (2005) " a eficácia do mercado se substituiu à à significação"

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  16. Outras questões destacadas:
    - Apprenance, define-se como conjuto de disposições cognitivas, afectivas e maturacionais propícias ao acto de aprender.
    - A estratégia de Lisboa foi um projecto que pretendia transformar a económia Europeia na mais competitiva e moderna do Mundo.
    - O termo conhecimento tem haver com: Competência, cidadania e coesão sócial e novos ambientes de aprendizagem..

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  17. O papel do professor:
    - O professor para além de ser uma fonte de informação, é um guia, um facilitador de aprendizagem, deve orientar os estudantes sobre as pistas dos objectivos concretos, no sentido de saberem tratar a enorme quantidade de informações de que a educação dispõe., ( Comissão das comunidades Europeias, 2005).
    - Desenvolver projectos baseados na análise crítica e comparativa dos media ( rádio, televisão,impressa, sitios Web, etc), que permitira desenvolver as competências, o espírito crítico dos estudantes, desenpenhar um pápel criativo, quer na criação de paginas pessoais ou de blogs de turma, de grupo, participar activamente e de diversas formas em projectos da escola, da unidade curricular ou da turma numa plataforma on-line, Goulão,(2000,2002).
    - O professoré o responsável por identificar conhecimentos relevantes, propor experiências que levam ao discurso crítico e a reflexão, diagnosticar e avaliar os resultados de aprendizagem, sendo que o e-learning exige uma maior atenção ao equilíbrio entre o controlo e a responsabilidade, Garrison § Anderson, (2003).

    - Os professores e as instituições devem reconhecer que o professor já náo tem o monopólio da transmissão de saberes e que já não tem a imagem que teve no passado, que lhe conferia a autoridade e a respeitabilidade, tem de investir na valorização social da imagem do professor, embora que não seja o único detentor do saber, continua a desempenhar um papel fundamental na educação dos estudantes.
    -Para os professores o mais umportante não é a adesão aos Sistemas de gestão de aprendizagem- LMS mas sim a compreensão deste paradigma de aprendizagem e das potencialidades das plataformas, que atráves da educação on-line, podem contribuem com o aumento da oportunidade de acesso e permanência ao ensino superior, aumento da qualidade e na eficácia de obtenção de melhores resultados de aprendizagem.Herrington, Reeves § Oliver, (2010).
    - Garrison § Anderson, (2003), reconhece que o modelo pedagógico reconhece tres dimensões: A presênça cognitiva, a presença ocial e a presênça de ensino que se inter-relaciona.
    - Partindo do pressuposto de que é fundamental que se tenha em conta a actividade mental dos estudantes, procurou-se desenvolver uma pedagógia activa, onde o estudante fosse um construtor da sua aprendizagem, contribuindo activamente para a descuberta da verdade e a resolução dos problemas, dando aos estudantes a autonómia para escolher actividades de acordo com o seu estilo de aprendizagem, Morgado, (1988).
    - Vantagens que o ambiente on-line oferece:
    1 - Os mecanismos de Chat, fóruns, diários usados nos estudos de unidades curriculares, podem ser oferecidos aos estudantes de forma fléxivel, definindo a sua utilização atráves da sua divisibilidade ou invisibilidade, podem atribuir designações que atribuem as ferramentes didácticas, e podem ser usados para vários fins.
    Pode-se concluir que os sistemas de gestão de aprendizagem permitem actualmente equacionar o processo de ensino aprendizagem de forma diferente, no entanto a mudança não deve ser vista só do ponto de vista tecnológico, mas também em termos de mentalidade e de prática Esta realidade implica cultural muito grande, pós obriga repensar os pápeis dos professores e dos estudantes e a relação existente entre eles, cnteúdos apropriados, plano curricular, a planificação de cursos, sistemas curriculares, sistemas de avaliação, formas de avaliação e aprender metas a atingir.
    O papel do professor está na mudança e aproxima-se com o apoio digetal, dum tutor da aprendizagem, sempre a máquina para o homem e nunca o homem para a máquina, Paiva et al (2004.
    Joé António Marues Vieira. Trabalho pedagógico em cenários presenciais e virtuais no ensino superior

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  18. Importância dos jogos:
    Muitas teorias hoje referem-se da importância dos jogos para a contribuição para a contrinuição e o estimulo do desenvolvimento cogbitivo, emocional e social das crianças e dos jovens e por isso, não deve ser encarado apenas como uma actividade lúdica e entretenimento.
    Almeida, (2013), qualquer que seja o jogo é uma ferramenta de apoio cognítivo, afectivo e social. Em cntexto de aprendizagem, a ânfase em desemnpenhos de racocínio lógico, suportado pelos processos de memória, atenção, resolução de problemas e tomada de decisão dão ênfanse as funções do jogo como um espaço para pensar, para aprender e para aprender a pensar.
    Aliar a diversão que os jogos digetais propõem a uma aprendizagem, individual e em grupo e articulá-los de uma forma altamente produtiva para ua integração saudável das crianças e dos jovens nas sociedades atuais tão complexa mais nas sociedades digitais, pode ser o rumo a um futuro mais promissor.
    Os jogos digitais quando seleccionados, com atenção, destando a sua componentepedagógica podem proporcionar muitas possibilidades educativas aos jovens, tais como: A motivação de competência, visuais e espaciais, a promoção de uma melhoria de auto-estima, o desenvolvimento de competências na resolução de problemas e a tonada de decisão, o desenvolvimento dopensamento crítico, o conhecimento e consciencialização do mundo, a oportunidadede desenvolver o trabalho individual e em grupo, o respeito as regras do jogo, a si mesmo e aos outros, o desenvolvimento psicológico e das habilidadades, o desenvolvimento da linguagem, elaboração de história, produção de um discurso mais fluente , estimula o uso da linguagem, comunicação verbal, maior interação e colaboração com os seus pares, o pensamento matemático, reconhecimento das formas, contagem e a classificação númerica, o conhecimento do mundo, da realidade do seu mundo próximo e dde outras realidades ao nível social e cultura, a educação para a diversidade , consciencialização das diferênças sóciais e culturais, raciais e étnicas, formação cívica e expansão da visão do Mundo.
    Com o crescente do desenvolvimento dos jogos digitais, torna-se fundamental uma pesquisa cuidadosa de software e cabe ao educador, professor ou orientador fazer a escolha de jogos enquadrados na realidade dos seus alunos.
    Também pode-se destacr a importância dos jogos tradicionais " Jogos de Rolles", na recuperaçãopsicologica de crianças e jovens afectados pelos traumas psicológicos. AMANTE, L. )2004) Novas tecnologias, jogos e Mateática § Moreira § Oliveira, o jogo de Matemática. Lisboa. Universidade Aberta, )2008).

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  19. Situação do Mundo ocidental:
    - O continente Europeu vê-se repentinamente, mergulhado numa díficil conjuntura onde se misturam os sentimentos de ingovernalidade instituicional e a dificuldade de adaptação criativa,a um tempo onde a Europa já não lidera a marcha da história nem lhe cabe o protagonismo determinante no palco das grandes decisões mundiais.

    Noas compeência e novo profissionalismo:
    - Nos séculos X e XI, evidenciaram-se esquematicamente e sistematicamente, a interação entre as grandes exigèncias e as aprendizagem matriciais que se nos colocam como desafios incontornáveis: aprender a viver juntos, aprender a aprender e aprender a crescer juntos, por isso compreendem um ideário educativo tão ambicioso quanto essencial, sobretudo quando cotejados nas três triologias de valores constituitivos propostos para reflexão e elaboração subsequente.
    Luís, (1994), Refere-se ao "novo profissionalismo" que caracteriza-se entre outras, com as seguintes competência sprofissionais:
    - Comunicacionais.
    - Relacionais.
    - Criativas.
    - Tecnológicas.
    - Negociais.
    - Estéticas.
    - Éticas.
    - Comunitárias.
    - De cidadania
    Resumindo: A capacitação para a elaboração de raciocínios por árvores de possibilidades alternativas, isto é, na constante formulação de hipóteses inovadoras como resultado da recusa das soluções únicas, monoliticamente impostas, assim como a habilitação para o exercício continuado de uma aprendizagem independente, decorrente de uma permanente avaliação pessoal de insuficiências, são ainda ingrendientes activos deste profissionalismo.
    Três sociedades do futuro: A sociedade de risco, a sociedade activa e a sociedade Educativa.
    Textos de Evolução da económia e do emprego. Novos desafios para os sistemas educativos nos sistemas educativos no Dealbar do século XXI.

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  20. O desafio que enfrentam os sistemas de ensino pode resumir-se nos termos enunciados na comunicação da Comissão de 2008, relativa à eficiência e equidades nos sistemas de educação e formação. A importância da educação e formação no âmbito da estratégia de Lisboa para o crescimento e emprego já é reconhecida há muito tempo. O conselho Europeu tem sublinhado repetidamente a importância da elaboração e da formação para a compatibilidade a longo prazo da União Europeia, assim como para a coesão social. Sucessivamente relatado nos relatórios conjunto sobre o emprego, tem vindo a sublinhar aspectos relativos a educação.
    Competências chaves ppara todos:
    Os estados membrs da comunidade Europeia, adoptaram os seus programas de ensino de ensino ás necessidades modernas, adoptando um quadro de competências essenciais, que constituem um instrumento de referência, sobre as compet~encias essencias que todas as pessoas devem ter para poderem levar uma vida bem sucedida na sociedade do conhecimento, tais como: as competências e as atitudes que servem o desenvolvimento pesoal, a inclusão social, uma cidadania activa, bem como a empregabilidade. Incluem-se as compet~encias tradionais como a comunicação na língua materna em em língua estrangeira, compet~encias básicas em Matemática e ciências e a compet~encia digetal, aprender a aprender, competências sociasi e cívicas, espírito de iniciativa e espírito empresarial e sensibilidade e expressão culturais.
    A necessidade de dotar os jovens das competências essenciais necessárias e de melhorar o nível de instrução é parte núclear das estratégias da União Europeia para o crescimento e o emprego, assim como para o desenvolvimento sustantável. Documentos de trabalho dos serviços da comissão escolas para o século XXI.

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  21. A educação nao formal.

    Pode-se considerar o ensino não formal, como o processo e reflexão e quisição de conhecimentos de uma forma livre ou na actividade pratica aoo longo da vida.
    O ser humano é um ser sócial, nasce, cresce e desenvolve-se em sociedade e inicia a assimilar as primeiras noções sobre a vida logo ao nascer com os pais e outros membros da familia, aprendendo as regras básicas da vida, despois de atingir cerca de um, dois ou três anos começa a socializar-se com as crianças vizinhas, aprendendo e assimilando as regras de jogo, das brincadeiras, ao atingir cerca de 5 anos começa a prender a realizar algumas actividades práticas efetuadas pela família, lavar a loiça, limpar o chão, cozinhar, transportar a agua, lenha entre outras actividades.
    Na fase da adolescência inicia a aprender uma actividade praática, como a agricultura, a casa, a pesca, a socializar-se para a inserção social.
    Desta forma pode-se perceber que os espaços de educação não formal estão presentes em todas as areas na comunidade, desde a fa,ília, vizinhaça, bairro, comunidades, nas associações juvenis e religiosas ou grupos de amigo.
    De salientar que muitas praticas educativas não formais e informais contribuem para a promoção de direitos sóciais, cívis,culturais e políticos.
    Das acções educativas não formais e informais, resultam importantes processos de aprendizagem, que ampliam a participação dos membros da comunidade em acções socialmente úteis, desde a participação em actividades comunitárias, políticas, com vista a promoção sócial das comunidades e poderem intervirem nas politicas que venham a garantir a cidadania e garantir os direitos humanos.

    Referências bibliográficas:

    1. Aprendizagem ao longo da vida,
    http: www.qca.pt/pac/aprendizag.asp

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  22. Em relação a Educação, ressalva-se a preocupação sobre a necessidade da coesão social, que concorre aos indivíduos aie por alguma razão, não adquiriram as compet<ências indispensáveis para enfrentarem a vida com sucesso e dignidade.
    Esta, aliando-se a educação não formal, podem abrir horizontes sócio-culturas e profissionais.
    No nosso pais a realização de actividades com jovens e senhoras rurais, tem se revelado de grande importancia, porque muitos pais e mães jovens nunca tiveram a oportunidade de participarem ou terem direito a Educaçãpo formal devido a guerra que o país viveu e ao se introduzirem projectos sobre as competências indispensáveis para a vida. Muitos membros das comunidades de intervenção têm melhorado o seu desempenho, principalmemteem relação as normas basicas de convivência e responsabilidades essencias (paternos e maternos).
    Referências:
    Manual sobre a resiliencia, CCF 20002.

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  23. Os paragráfos a seguir serão dedicados à análise de debates efectuados ao longo dos anos sobre a evoluçao da intervenção do Estado na Educação, no quadro das transformações que ocorreram em diversos paises, na regulação das políticas e das acção pública, os modelos interpretativos para análise dos processos de regulação em educação, identificando, as princípais convergências e divergências que se vereficaram nos diferentes países Europeus, no que se refere à emergencia dos modelos pós-burocráticos e finalmente ao papel do Estado a defesa das escolas públicas com base na evolução da sociedade.

    A partir dos anos 80, iniciaram-se problemas de reforma e reestruturação do Estado, sendo um tema central no debate político, em conjunto com os países de todos os continentes, tendo resultado a adopção de medidas legislativas diversificadas, que afectaram a administração pública em geral e consequentemente a educação, resultando na discentralização e autonomia das escolas, da livre escolha das escolas pelos país, do reforço de procedimentos de avaliação e prestação de contas, bem como da diversificação da oferta escolar.

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  24. A regulação enquanto acto de regular, significa o modo como se ajusta a acção (mecânica, biológica e social), a determinadas finalidades, traduzidas, sobre a forma de regras e normas previamente definidas. Neste sentido a diferênça entre regulação e regulamentação, não têm a ver com a sua finalidade ( uma e outra visam a definição e cumprimento das regras que operacionalizam os objectivos), mas com o facto de regulação ser um caso particular de regulação, uma vez que as regras estão, codificadas e fixadas sob forma de regulamentos acabando muitas vezes, por terem um valor em si mesma independentemente do seu uso.Na doutrina militar a regulação traduz, as operações que permitem a utilização do material ou uma opração com troa. obter o melhor resultado, a melhor utilização e combinação dos esforços conjuntos, perante um objecctivo, para atingir nas melhores condições e com menor esforço. ( Enciclopedia Portuguesa e Brasileira).
    A regulação também esta associada ao contrlo de de elementos autonómos e interdependentes, a economia para identificar a intervenção de instâncias com autoridade légitima, para orientarem e coordenarem a acção dos agentes económicos. A regulação é vista como uma função essencial para a manunteção do equilíbrio de qualquer sistema física e social e esta associado aos processos de retroação positiva e negativa, ela permite atráves dos seus órgãos reguladores, identificar as pertubações, analisar e tratar as informações relativas a um estado de equilíbrio e transmitir um conjunto de ordens coerentes a um ou vários dos órgãos executores.
    A regulação cibernética é vista como um conjunto de reacções de reajustamento do equilíbrio do sistema ) Rosnay,1975, p.30). Piajet,(1977,p. I-XIII), estabelece a distinção entre dois típos de regulação complementares, as regulações conservadoras e as regulações transformadores. No primeiro caso, elas tem por função assegurar a coerência, o equilíbrio e a reprodução idêntica do sitema. No segundo caso, elas desenpenham uma uma trípla função: Compreender como um sistema dá lugar a novas formas de organização, de qure modo um processo de regulação dá origem ao seu sucessor, que interdependência se estabelece entre os diferentes modos de regulação.

    Referências Bibliograficas:

    1- AFONSO, N.A regulação da Educação na Europa: do Estado educador ao controlo social pública. In BARROSA, J. 8oRG.9 A escola pública regular, desregulação, privatização. Porto: ASA, 2003,P.49-47.
    2 - Barroso, J. A escola pública: A regulação, desregulação, privatização. Porto: ASA, 2003.

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  25. O Estado, a Educação e a Regulação das políticas públicas


    Para Diebolt (2001). define a regulação na área de económia da educação, como: Um conjunto de mecanismos que asseguram o desenvolvimento de um determinados sistema, atráves de um processo de complexo de reprodução e transformação. E afirma que a transformação de um sistema é a condição indispensável à manuteção da sua existência e coerência.
    Michel ( 1974), reconheceu a existência no interior de um sistema de vários dispositivos de regulação, com finalidades diferentes, aplica a teoria dos sistemas à análise científica dos fenómenos administrativos e educação. E nos sisemas complexos verifica-se uma trípla regulação: a pré-regulação, a pós-regulação centralizada e uma multi-regulação descentralizada, denominada co-regulação.
    Bauby (2000), aplicando o conceito de regulaçao às ciências sociais, define-se como um modo de ajustamento permanente de uma pluridade de acções e seus efeitos que permitem assegurar o equilíbrio dinánico de sistemas instáveis, ... resulta do facto de que as regras não podem prever tudo e por isso devem ser interpretads, postas em causa. A regulação de um grupo social corresponde, assim às intervenções entre os interesses particulares de cada componente do grupo e interesse comum ou geral do mesmo.
    Reynaud (1997 e 2003), é possível identificar três dimensões complementares do processo de regulação dos sistemas sóciais: a regulação instituicional, como conjunto de acçoes decididas e executadas por uma instância ( governo ou, hierarquia de uma organização) para orientar as as acções e as interaçoes dos actores sobr os quais detém uma autoridade, Maroy e Dupriez, 2000), normativa, como um processo activo de reprodução de "regras de jogo"( normas, injunções, constrangimentos, etc)Renaud, (1997), que orientam o funconamento do sistema, mas também o reajustamento, provocado pela diversidade de estratégiase acções de vários actores, em função dessas regras e de controlo; a regulação situacional, activa e autónoma, e a regulação conjunta, como a interação entre a regulação de controlo automático e a regulação autonóma, tendo em conta a produção de regras comum, Reynaud, (2003).
    Tendo em conta, os contextos Línguísticos, a utilização do termo regulação, nos estuos internacionais sobre políticas educativas, vária muito conforme os contextos linguísticos e administraivos dominantes.
    Num primeiro contexto, a regulação, aparece principalmente associada ao debate sobre a reforma da administração do Estado na Educação e sua modernização, um contexto linguístico francófono e em paises onde ainda predomina, uma administração muito centralizada e burocratizada, aparecendo como resultado de um certo efeito de moda e num segundo contexto, o termo regulação aparece predominadamente associado, por oposição, ao conceito de desregulação. Neste caso a oposição regulação/desregulação, pretende sublinhar uma roptura com os modelos tradicionais de intervençãodo Estado na coordenação e pilotagem do sistema público de educação, isto ocorre no contexto linguístico anglo-saxónico e nos paises conservadores e neoliberal.

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  26. A regulação é um processo constituitivo de qualquer sistema e tem por principal função assegurar o equilíbrio, a coerência, mas também a transformação desses mesmos sistemas. A regulação do sistema educativo não é um processo único, automático, mas sim um processo cmpósito que que resulta mais da reulações do que do controlo dircto da aplicação de uma regra sobre a acção dos regulados.
    Depois de vários estudos realizados na Europa, a vários níveis instituicionais ( local, intermédio e nacional), notaram-se várias convergências em cinco paizes Europeus onde foram efectuado os estudos em relação ao modelo de regulação das políticas educativas comuns. DEste modelo designado do burocrático profissional, baseava-se numa aliança, entr o estado e os professores, combinado a regulação estatal, burocrática e administrativa, com uma regulação "profissional, corporativa e pedagógica, Barroso, (2000 e 2002).

    Principais convergèncias:

    - Maior autonomia das escolas, equilibrio entre centralização e descentralização, acrescimo da avaliação externa, promoção da livre escolha da escola e diversificação da escola. Que resultaram de diversos factores, em particular, a críse da legitimidade e da racionalidade do Estado provindência e emergência de referências políticas neoliberais, procura crescente por parte de diferentes grupos sociais de percursos educativos individualizados e de possibilidade de escolha para a escolarização dos seus filhos, contaminação e externalização das políticas nacionais, Afonso, 2003; Barroso, 2003.
    Na investigação feita também verificaram-se algumas diferênças, tais como: diferentes combinações entre os modelos do "Estado avaliador do quase-mercado, diferentes processos de hibridação e recontextualização e diferentes composições "mosaico" como resultado da sedimentação legislativa e das lógicas políticas aditivas. Estas resultaram diferentes contextos de partida em cada país (política, económica, histórica) da hibridação, sedimentação legislativa e das lógicas políticas aditivas.
    Algumas especificidades nacionais: Apesar de se verificar semelhanças e diferenças, em contra partida, em Portugal e na França, as transformações processaram-se lentamente e de forma radical, na inglaterra e na Bélgica (francófona) a evolução para os modelos de regulação pós-burocrática é mais acentuada, encontrando-se a Hungria numa posição intermédia.

    1- AFONSO, N.A regulação da Educação na Europa: do Estado educador ao controlo social pública. In BARROSA, J. 8oRG.9 A escola pública regular, desregulação, privatização. Porto: ASA, 2003,P.49-47.
    2 - Barroso, J. A escola pública: A regulação, desregulação, privatização. Porto: ASA, 2003.

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  27. Conclusão

    Este grande desafio, que se coloca à todos os que continuam a acreditar na necessidade de provermos colectivamente um serviço público que garante o pleno direito à educação e o acesso a uma cultura comum, para todas as crianças e jovens, em condições de qualidade, de igualdade de oportunidade e de justiça social. Neste sentido a defesa da escoal pública, passa por um lado em desmontar o carácter pretensamente neutro da introdução de uma lógica de mercado na educação denunciando a sua ética perversa e a sua intencionalidade política e por outro fazer a definição e regulação das políticas educativas um processo de construção colectiva do bem comum que à educação cabe oferecer, em condições de igualdade e justiça social, à todos os cidadãos.
    Por tudo, quanto foi dito, podemos concluir que a repolitização da educação, a multiplicação das instâncias e momentos da decisão, a diversificação das formas de associação no interior dos espaços públicos e o envolvimento de um maior número de actores conferem ao sistema de regulação da educação uma coplexidade crescente. Esta complexidade exige um pápel renovado para a acção do estado, com o fim de compatibilizar o desejável respeito pela diversidade e individualidade dos cidadãos, com a prossecussão de fins comuns necessários à sobrevivêbcia da sociedade, de que a educação é um instrumento essencial.
    Esta compatibilização só é possível com o reforço das formas democráticas de participação e decisão, o que, nas sociedades comteporâneas, exige cada vez mais uma qualificada e ampla informação, a difusão de instâncias locais e intermédias de decisão, uma plena inclusão de todos os cidadãos, particularmente dos que até aqui têm sido sistematicamente excluídos. do interior e do exterior. Só assim é possível estabelecer um acordo sobre uma base comum suficientemente generosa, atrativa e aplausível que possa unificar os cidadãos no apoio à escolapública, e que Tyack&Cuban (1995,p.142), consideram ser uma necessidade crucial no nosso tempo.
    Referências Bibliograficas:
    1- AFONSO, N.A regulação da Educação na Europa: do Estado educador ao controlo social pública. In BARROSA, J. 8oRG.9 A escola pública regular, desregulação, privatização. Porto: ASA, 2003,P.49-47.
    2 - Barroso, J. A escola pública: A regulação, desregulação, privatização. Porto: ASA, 2003.
    3 - BAUBY,P LEurope desservices publics: Entre libéralisation, modernisation, évaluation. Politique et Management Public, n.1.p 921,2002.
    4 - COMMISSION DES COMMUNAUTES EUROPEENNSES. Livre vert sur les services d intèrêt général. COM (2003), 270 final. Bruxelles, 2003. (mmeo

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  28. Avaliação dos sistemas educativos nos paízes da União Europeia. Uma necessidade problemática complexa desejável.

    Pode-se distinguir três modelos de sistema educativo: O ingles, o Francês e o Filandes.
    1. Modelo correlacional Inglês, na Inglaterra, o Ministério da Educação e do Emprego, criou dois organismos encarregados de instaurar a avaliação, o office for Standards in Edcation and assessment Authority elabora os programas nacionais e se encarrega da avaliação e da aprendizagem dos alunos, bem como dos resultados do exames. E os resultados das pesquisas, colocam a Inglaterra na segunda posição.

    2. O Modelo de interesse geral Francês, A avaliação do sistema educativo se efectua no Ministério da Educação Nacional, encarregado explicitamente de duas estruturas, da inspensão e da administração da educação nacional, a primeira assegura a avaliação profissional dos professores e das formações e a segunda avalia os estabelecimento escolares e e o funcionamento administrativo do Ministério, de natureza qualitativa.
    3. O modelo filandês - compromisso entre a eficácia e a igualdade, segundo o resultado da pesquisa PISA, coloca a Filândia no primeiro lugar entre os países da UE, fizeram do sistema educativo deste país um verdadeiro modelo sucesso. Naquela, nação Nórdica.a lei obriga, desde 1º de Janeiro de 1999, a avaliação em todos os níveis da Educação, além deste constragimento legal, o que caracteriza o caso Filandês é, de um lado, a importância dada a auto-avaliação da escola, desde 1993, o Concelho Nacional da Educação, desenvolve a auto.avaliação dos estabelecimentos escolares, propondo uma reflexão que desemboca em modelos de auto-avaliação adaptados a cada típo de estabelecimento.
    A cultura da avaliação parece aproximar o caso Filandês da situação inglesa. entretando, uma diferênça considerável aparece entre os dois
    Esses tres modelos, o inglês, o Francês e o Filandês, não bastariam para para representar a totalidade dos sistemas de avaliação daUnião Europeia.

    Referências Bibliográficas:

    www.redalyc.org - Projecto académico, desenvolvido pela iniciativa Acesso Aberto.
    Avaliação dos sistemas educacionais nos países da União Europeia de uma necessidade problemática, á uma prática complexa desejável.

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  29. Fundamentos cognítivos e ideologicos da avaliação na União Europeia:

    Segundo Weber,(1992), nas grandes religiões Judícas-Cristãs que exigindo a submissão de comportamento humano as precisões de um Deus transcendente, vão reduzir a influência da magia e apresentar as bases de uma explicação racional do Mundo sobre sobre as quais a ciência e a técnica vão crescer.
    A avaliação escolar ocupa na económia cognitiva da racionalização da acção educativa.
    Uma análise mais profunda, constata que a avaliação escolar e a cultura da avaliação, desenvolveram-se mais precocemente nos países de cultura protestantes, como a Inglaterra, ou nos países escandinavos.
    Segundo De Gaulle,(1954),escreveu para a frança permita ao país"olhar para o alto e anter-se reto. A ação pública, inclusíve a educativa , não possuem esta superioridade de natureza quase ontológica quepode ter na França. Neste cenário, o lugar que se reconhece *a avaliação escolar, depende do estatuto do Estado e da política na sociedade, mais é preciso ir além, afirmando que a questão da avalação dos sistemas educativos é política.
    Referência Bibliográfica.
    Pascal Rogeiro - Avaliação dos sistemas educativos nos países da União Europeia de uma necessidade problemática a uma prática complexa desejável. Eccos Revista Cientifica, Vol 4, 2 de Dezembro de 2002pp31-36

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  30. A avaliação interna das Organizações escolares como estratégia política.
    As mais recentes políticas públicas nacionais, incidentes sobre os deveres que recaiem sobre a administraçao local das escolas, tem apontado no sentido de transferência progressiva de um conjunto de técnicas gerencias, deslocando competências ou procedimentos de instâncias mais centralizadas para terrritórios locais, maior proximidade com as unidades de gestão escolar, e sobre as quais têm um poder de influência, Haecht, (1998).
    Estas alterações nos mecanismos de regulação administrativa sugerem uma translação do controlo da responsabilidade/responsabilização da dimensão nacional para a local, acompanhada pela disponibilidade de um vasto leque de instrumentos de avaliação de resultados, em cuja diversidade se mobiliza o respeito pelo princípio Europeísta da subsidiariedade.
    As escolas públicas ficaram assim assim expostas à exigéncia da adopção reguladora, usando como craveira indicadores de referência de abrangência nacional e transnacional, que valoriza a necessidade de se auto avaliar, tendo-lhes sido fornecido simulteanamente, uma justificação política e sugestão de uma modalidade de regulação local, Mangez, (2001).Em suma é sobre tudo o modus operacional que concentra o interesse de investigadores e dos actores locais e ao enqudrar a investigação numa sociologia das políticas públicas,

    Genealogia, e transfusão de políticas educacionais sustentadas no conheciemnto.

    Sempre houve modelos de referência internos e do estrangeiro, mas o que distingue a presente vaga de globalização é essencialmente a compreensão do tempo devido ao avanço tecnológico que acelerou e multiplicou as possibilidades globais de comunicação e consequentemente relações económicas que essa facilidade atrai, Bhagwait,(2005).
    Além disso a emergência de um potencial inédito de constituição de redes em meio digital que podem agir em simultâneo e sobre tudo de forma concentrada, Castells, (2004)Stoer & Magalhães, (2003).
    Nas últimas decadas têm-se desenvolvido trabalhos de análise das escolhas e evolução das políticas educativas que podem ser enquadrados em três grandes ramos epistemológico, ver Gale, (2002), VanGale, (2001), as perspectivas provenientes de modelos sociológicos e sócio económicos, da análise histórica- social e da análise das políticas públicas.
    Referência bibliograficas;
    1- Avaliação interna das escolas e circulação de políticas públicas num espaço educacional europeu.

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  31. Notas sobre a diversificação/diferenciação curricular em Portugal.

    A mudança acelerada, a evaporação das grandes narativas como factores prescritivos da realidade e a descontextualização dos espaços servem de referentes à problematização da escola como espaço social e cultural, e consequentemente, a ideia de que existe uma escola para todos em tempos de uma intensa individualização, tanto pela defesa das narrativas, auto biográficas dos sujeitos quant pelo vincar dos registos de diferênças na moda, no corpo, nas vozes de grupos e nos espaços localizados.

    Pelas directrizes internacionais das politica as educatuvas, a escola é para todos os alunos consagrados a educação, como um direito constituicional, mas na prática a escola contínua a ser para alguns, quer pelas formas de discriminação que existem em muitos paízes, quer pelas barrreiras elitistas que marcam a organização curricular.
    Ainda que todos os problemas fossem resolvidos, os alunos ao entraram na escola, manter-se-iam mantendo práticas de diferenciação, no modo como os alunos se posicionam perante a escola e dela retiram os benefícios pessoais e culturais dos alunos, mas ainda se torna necessário reconhecer a multiculturalidade, ou a geografia das diferênças nos seus processos e práticasênças culturais.
    A escola tem dois lados que nem sempre são conciláveis: o lado da inclusão, por razões sociais, políticas e culturais e o lado da exclusão, pelos seus processos e práticas de funcionamento, pois a hieraquização é um dos seus pilares fundamentais, contudo dentro de si mecanismos de segregação.
    Conceptualizando-se o currículo, como um processo deliberativo, a sua prática de estruturação do que pela sua definição formal, a escola tem sido organizada na base da uniformização, admitindo-se seguno o princípio do liberalismo, que todos os alunos têm as mesmas possibilidades de sucesso.

    O curriculo como um processo deliberativo, a sua prática, depende da interseção e covorrência de várias decisões que são diferentemente interpretadas. Dai que o currículo nacional, na forma prescritiva de um currículo oficial, que deve ser entendido no sentido de orientar, pois um critério que o justificam, segundo, Kirk, ( 1986.p.82).
    Contudo, o curriculo nacional é sempre um mecanismo de controlo das decisões escolares, pelo que a existência de uma cultura comum não invalida o aparecimento de desigualdades junto dos alunos, não sendo possível o cumprimento nem do mito da escola neutra, em termos sociais e políticos, nem de uniformização cultural.
    A diferenciação curricular é um conceito que representa, essencialmente mudanças na metodologia e avaliação, pressupondo que os alunos tem o mesmo percurso nas suas opções, mas que uns precisam de seguir caminhos diferentes para que todos possam atingir o sucesso educativo.

    Perante os objectivos globais do sistema educativo, transmitir conhecimentos, preparar para a vida profissional, formar para a sociedade. o repto da escola para todos esta na instauração de uma escola que não discrimine cultural e pedagogicamente e que favoreça a integração social dos alunos, contribuindo para a melhoria das suas aprendizagem.

    Referência bibliográfica:

    José Augusto Pacheco- Notas sobre a diversificação/diferenciação curricular em Portugal

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  33. Caraterísticas da sociedade do conhecimento:
    Segundo Calle Dávilam António Guillerm e Da Silva, Lúcia Edna (2008):
    1. A sociedado do conhecimento é compreendida, como aquela na qual o conhecimento é o principal factor estratégico de riqueza e poder tanto para as organizações quanto para o país. Na nova sociedade a tecnologia ou o novo conhecimento passa a ser o factor importante para a produtividade e para o desenvolvimento do país.
    2. Os produtos são valorizados pelo conhecimento ele embutidos. Assio poder económico das organizações e dos países esta directamente relacionada ao factor do conhecimento.
    3. A pesquisa cientifica tornou-se fundamental para o desenvolvimento dos países.
    4. A criação do conhecimento organizacional, tornou-se um factor estratégico, chave para as Organizações.
    5. O conhecimento, a comunicação, os sistemas e usos da linguagem tornou-se objecto de pesquisa cientifica e tecnológica, sendo o estado um agente estratégico chave o desenvolvimento cientifico (González de Gomes, 1995,2002).
    6. Os fluxos de informações e conhecimentos entre países, são acrescentados aos fluxos de capital e de bens já existentes, tornando-se uma económia transacional )Fuks,2003).
    7. Ocorreu uma mudança no paradigma de comunicação. a lógica comunicacional de "um para muitos", foi substituida pela de " muitos para muitos", impulsionados pelo surgimento da internet como meio de comunicação, de disseminação de informações e pelas novas tecnologias motivadas pela globalização de documentos (Lévy, 2000:Vaz, 2004).
    Fuks (2000). identifica um conjunto de factores sociais relacionando-os com a sociedade do conhecimento, alguns deles também discutidos por outros autores, embora com visões distintas. Entre estes factos, indica entrad ada mulher no mundo do trabalho, a ampliação da exclusão o enfraquecimento do esado pela globalização. Para este autor, na sociedade do conhecimento, a informação sobre a ciência e tecnologia é transmitida imediatamente produzindo uma democratização do conhecimento, a informação flui de um modo mais rápido, independentemente dos seus portadores, fenómeno denominado por "liberdade dos corpos", produzindo a emacipação nos paízes desenvolvidos com capacidades tecnólogicas adequadas, quanto ao confinamento dos paízes pobres.
    Outra , tem haver com a mudança ocorrida nos meios de comunicação tradicionais, a rádio, televisão e a imprensa, funcionando nos mokdes anteriores "um para muitos", uma hierarquia bem definida, "emissor-receptor", através da internet, surge um novo modelo, de comunicação, de "muitos para muitos", na qual os atores do processo de comunicação nºao tem um papel fixo, podendo ser ao mesmo tempo produtores e receptores de informação Levy, 2000,p207,2004).
    Conclusões:
    1. A educação deve ser encarada no futiro, no quadro de uma nova problemática. em que não aparece apenas, como meio de desenvolvimento mas como elemento constituitivo de finalidades essenciais desse desenvolvimento.
    A educação é produto da história da sociedade, ao mesmo tempo um determinante essencial para o futuro. Ramos C, (2007).
    Não é possível estudar a educação desligada da evolução social.

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  34. Foi frequentar o curso de Supervisão Pedagógica, principalmente a disciplina de Sistemas Educativos, pela primeira vez aprendi trabalhar com o blog. Qualquer sugestão ou opinião, agradeço dirigir a: rbc.hi.lubango@gmail.com

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  35. Agora estamos na luta de aprender a trabalhar com o programa SPSS, para avançar com o processo de auto metodologo.
    Veremos os frutos daqui a 2 anos.

    Celestino Sorte

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